Você pediu pra eu te proteger
Foi engano meu, mas não deveria ser.
Os loucos nos guiaram até a saída
E nossos encontros duravam até o fim do dia.
Escreveste no teu diário que odiava quem falava como eu.
Odiava quem agia assim, quem se escondia atrás dos olhos teus.
Foram tantos os tropeços, tantos risos e tantos recomeços.
Mas eu já sabia que não me pertencia, nada me pertencia.
Mas eu também odiava, odiava a forma como me cativava,
Como eu achava que seria capaz de tudo
E como era um absurdo ver você escapar perante meus olhos
Escorregar dentre meus dedos, fugir da minha visão.
Nos sonhos mais confusos te enxerguei,
Dando a mão pra quem eu nunca desejei.
Mas me conformei, me conformei.
Sou metade de ti, sem mentir, sem fugir.
sábado, 18 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Segundo Casamento
Os teus cabelos longos
Escondiam a paisagem
Que todo mundo queria ver.
Eu acordei tão tarde,
Não te vi adormecer.
Se por acaso, você ouvir
O sino bater, outra vez,
Sou eu de volta, trazendo nosso amor.
A sua porta, esperando a resposta
Nada mais importa, agora que estás aqui comigo.
Vestida de novo,
Com o vesitdo
Que todo mundo queria ver.
Eu acordei mais cedo que nunca
Te fiz adormecer.
Se por acaso, você ouvir
O sino bater, outra vez,
Sou eu de volta, trazendo nosso amor.
A sua porta, esperando a resposta.
Nada mais importa, agora que estás aqui de novo.
Escondiam a paisagem
Que todo mundo queria ver.
Eu acordei tão tarde,
Não te vi adormecer.
Se por acaso, você ouvir
O sino bater, outra vez,
Sou eu de volta, trazendo nosso amor.
A sua porta, esperando a resposta
Nada mais importa, agora que estás aqui comigo.
Vestida de novo,
Com o vesitdo
Que todo mundo queria ver.
Eu acordei mais cedo que nunca
Te fiz adormecer.
Se por acaso, você ouvir
O sino bater, outra vez,
Sou eu de volta, trazendo nosso amor.
A sua porta, esperando a resposta.
Nada mais importa, agora que estás aqui de novo.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Os Anos
O conhecimento foge da minha mente,
Já não sou adolescente.
Não aprendo de olhos fechados.
Pensei que seria mais forte,
Mas Deus, ainda me dê sorte
Pra encontrar o céu amado.
Durante muitos anos, fui aflito, criei mitos
E todos os castigos, não me castigavam.
Então, fui ao seu encontro e um tanto,
Que já não era de encanto, me livrou desse alento.
Os anos vêm e os anos vêem..
Os anos vêm e os anos vêem..
Já não sou adolescente.
Não aprendo de olhos fechados.
Pensei que seria mais forte,
Mas Deus, ainda me dê sorte
Pra encontrar o céu amado.
Durante muitos anos, fui aflito, criei mitos
E todos os castigos, não me castigavam.
Então, fui ao seu encontro e um tanto,
Que já não era de encanto, me livrou desse alento.
Os anos vêm e os anos vêem..
Os anos vêm e os anos vêem..
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Quem Por Todos ?
Enquanto você se acomoda na sua cadeira de pano,
Pano feito de ouro, ouro mais caro dos últimos anos.
Um outro qualquer, abandona qualquer tipo de sonho,
Sonho feito de nuvem, nuvem que some nos últimos anos.
Será que amanhã de manhã vai ter café ?
Traço meus passos, mesmo quando a vida não dá pé.
O guia da vida, não guia confome nossos planos.
Planos feitos de desejos, desejos que somem nos últimos anos.
Por enquanto, não sei mais o quanto devo esperar
Espera feita de pano, pano de ouro, mas tudo some no passar dos anos.
Será que amanhã de manhã vai ter café ?
É isso que importa, a vida dá pé pra quem tem fé.
Pano feito de ouro, ouro mais caro dos últimos anos.
Um outro qualquer, abandona qualquer tipo de sonho,
Sonho feito de nuvem, nuvem que some nos últimos anos.
Será que amanhã de manhã vai ter café ?
Traço meus passos, mesmo quando a vida não dá pé.
O guia da vida, não guia confome nossos planos.
Planos feitos de desejos, desejos que somem nos últimos anos.
Por enquanto, não sei mais o quanto devo esperar
Espera feita de pano, pano de ouro, mas tudo some no passar dos anos.
Será que amanhã de manhã vai ter café ?
É isso que importa, a vida dá pé pra quem tem fé.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Até Amanhã
Vou dormir até amanhã de manhã.
Quando acordar não vou mais sentir essa sensação que transtorna o meu coração
E me faz tremer na sala mais quente.
Minhas pernas não respondem, não consigo traçar um caminho.
Meus passos são tão vagos, ausentes de certo destino.
Tento me guiar pelas mãos, mas elas não deixam de balançar.
Não tenho certeza de onde vou chegar.
O mundo parece tão escuro nesses dias, dias que estou só.
Quem vai me dar a mão e me acolher quando eu precisar ?
Eu preciso agora, eu preciso agora.
Sei que não há mais nada a fazer,
Deixo o tempo transparecer as consequências das nossas atitudes.
Vou abandonar qualquer pensamento, deitar-me no mar e ao mesmo tempo sonhar que nada vai mudar.
Quando acordar não vou mais sentir essa sensação que transtorna o meu coração
E me faz tremer na sala mais quente.
Minhas pernas não respondem, não consigo traçar um caminho.
Meus passos são tão vagos, ausentes de certo destino.
Tento me guiar pelas mãos, mas elas não deixam de balançar.
Não tenho certeza de onde vou chegar.
O mundo parece tão escuro nesses dias, dias que estou só.
Quem vai me dar a mão e me acolher quando eu precisar ?
Eu preciso agora, eu preciso agora.
Sei que não há mais nada a fazer,
Deixo o tempo transparecer as consequências das nossas atitudes.
Vou abandonar qualquer pensamento, deitar-me no mar e ao mesmo tempo sonhar que nada vai mudar.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
A Confissão do Vilão
Roubei todos seus sonhos e guardei-os numa caixa escura. Não queria devolver, não agora.
Me sentia preso a tudo aquilo que havia visto você imaginar, queria possuir tudo que deveria ser seu um dia.
Tão próximo de absorver o que foi idealizado por você e pra você.
Mas você não merecia. Quem merecia era eu, quem merece sou eu.
Me vestia de branco pra transmitir paz, mas no fundo era eu quem alimentava os seus piores pesadelos.
Protestava quando você sorria e reclamava ao ver a luz do dia refletir em seus olhos.
Mas você não merecia. Quem merecia era eu, quem merece sou eu.
Reclamava de mim mesmo ao ver você feliz, nada podia ser reluzente ao seu redor.
Roubei seu encanto e transformei-o em olhos sem graça, em corpo fraco e sorriso amargo.
Essa é a história de um vilão que transcede o sentido de roubar, transforma o sentido de matar e escurece qualquer canto iluminado. O final que qualquer um sugeria, eu sempre transformava em simples ilusão.
Sim, sou o Vilão.
P.S: Ignoro qualquer pedido de perdão.
Me sentia preso a tudo aquilo que havia visto você imaginar, queria possuir tudo que deveria ser seu um dia.
Tão próximo de absorver o que foi idealizado por você e pra você.
Mas você não merecia. Quem merecia era eu, quem merece sou eu.
Me vestia de branco pra transmitir paz, mas no fundo era eu quem alimentava os seus piores pesadelos.
Protestava quando você sorria e reclamava ao ver a luz do dia refletir em seus olhos.
Mas você não merecia. Quem merecia era eu, quem merece sou eu.
Reclamava de mim mesmo ao ver você feliz, nada podia ser reluzente ao seu redor.
Roubei seu encanto e transformei-o em olhos sem graça, em corpo fraco e sorriso amargo.
Essa é a história de um vilão que transcede o sentido de roubar, transforma o sentido de matar e escurece qualquer canto iluminado. O final que qualquer um sugeria, eu sempre transformava em simples ilusão.
Sim, sou o Vilão.
P.S: Ignoro qualquer pedido de perdão.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Outro Lado ( Retorno )
Eu só me envolvo no que deixa se envolver.
São retornos que sempre me remetem a você.
A primeira ladeira mostrava o quanto inclinado era o percurso.
E se fosse por acaso, eu não subiria essa estrada de novo.
Eu só me envolvo no que deixa se envolver.
São caminhos cegos que sempre me remetem a você.
Faz tanto tempo que eu tento chegar ao fim do ponto, ao ponto do fim.
Mas deixo o vento ser meu guia e me fazer companhia nesse voo intenso.
Nunca me deixei envolver por alguém que não fosse você.
Levei a sério as melodias que ouvi do violão.
Acostumei em te deixar ver o outro lado de mim.
Sujei teu vestido com a água dos olhos.
Não deveria ser assim.
São retornos que sempre me remetem a você.
A primeira ladeira mostrava o quanto inclinado era o percurso.
E se fosse por acaso, eu não subiria essa estrada de novo.
Eu só me envolvo no que deixa se envolver.
São caminhos cegos que sempre me remetem a você.
Faz tanto tempo que eu tento chegar ao fim do ponto, ao ponto do fim.
Mas deixo o vento ser meu guia e me fazer companhia nesse voo intenso.
Nunca me deixei envolver por alguém que não fosse você.
Levei a sério as melodias que ouvi do violão.
Acostumei em te deixar ver o outro lado de mim.
Sujei teu vestido com a água dos olhos.
Não deveria ser assim.
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