O conhecimento foge da minha mente,
Já não sou adolescente.
Não aprendo de olhos fechados.
Pensei que seria mais forte,
Mas Deus, ainda me dê sorte
Pra encontrar o céu amado.
Durante muitos anos, fui aflito, criei mitos
E todos os castigos, não me castigavam.
Então, fui ao seu encontro e um tanto,
Que já não era de encanto, me livrou desse alento.
Os anos vêm e os anos vêem..
Os anos vêm e os anos vêem..
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Quem Por Todos ?
Enquanto você se acomoda na sua cadeira de pano,
Pano feito de ouro, ouro mais caro dos últimos anos.
Um outro qualquer, abandona qualquer tipo de sonho,
Sonho feito de nuvem, nuvem que some nos últimos anos.
Será que amanhã de manhã vai ter café ?
Traço meus passos, mesmo quando a vida não dá pé.
O guia da vida, não guia confome nossos planos.
Planos feitos de desejos, desejos que somem nos últimos anos.
Por enquanto, não sei mais o quanto devo esperar
Espera feita de pano, pano de ouro, mas tudo some no passar dos anos.
Será que amanhã de manhã vai ter café ?
É isso que importa, a vida dá pé pra quem tem fé.
Pano feito de ouro, ouro mais caro dos últimos anos.
Um outro qualquer, abandona qualquer tipo de sonho,
Sonho feito de nuvem, nuvem que some nos últimos anos.
Será que amanhã de manhã vai ter café ?
Traço meus passos, mesmo quando a vida não dá pé.
O guia da vida, não guia confome nossos planos.
Planos feitos de desejos, desejos que somem nos últimos anos.
Por enquanto, não sei mais o quanto devo esperar
Espera feita de pano, pano de ouro, mas tudo some no passar dos anos.
Será que amanhã de manhã vai ter café ?
É isso que importa, a vida dá pé pra quem tem fé.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Até Amanhã
Vou dormir até amanhã de manhã.
Quando acordar não vou mais sentir essa sensação que transtorna o meu coração
E me faz tremer na sala mais quente.
Minhas pernas não respondem, não consigo traçar um caminho.
Meus passos são tão vagos, ausentes de certo destino.
Tento me guiar pelas mãos, mas elas não deixam de balançar.
Não tenho certeza de onde vou chegar.
O mundo parece tão escuro nesses dias, dias que estou só.
Quem vai me dar a mão e me acolher quando eu precisar ?
Eu preciso agora, eu preciso agora.
Sei que não há mais nada a fazer,
Deixo o tempo transparecer as consequências das nossas atitudes.
Vou abandonar qualquer pensamento, deitar-me no mar e ao mesmo tempo sonhar que nada vai mudar.
Quando acordar não vou mais sentir essa sensação que transtorna o meu coração
E me faz tremer na sala mais quente.
Minhas pernas não respondem, não consigo traçar um caminho.
Meus passos são tão vagos, ausentes de certo destino.
Tento me guiar pelas mãos, mas elas não deixam de balançar.
Não tenho certeza de onde vou chegar.
O mundo parece tão escuro nesses dias, dias que estou só.
Quem vai me dar a mão e me acolher quando eu precisar ?
Eu preciso agora, eu preciso agora.
Sei que não há mais nada a fazer,
Deixo o tempo transparecer as consequências das nossas atitudes.
Vou abandonar qualquer pensamento, deitar-me no mar e ao mesmo tempo sonhar que nada vai mudar.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
A Confissão do Vilão
Roubei todos seus sonhos e guardei-os numa caixa escura. Não queria devolver, não agora.
Me sentia preso a tudo aquilo que havia visto você imaginar, queria possuir tudo que deveria ser seu um dia.
Tão próximo de absorver o que foi idealizado por você e pra você.
Mas você não merecia. Quem merecia era eu, quem merece sou eu.
Me vestia de branco pra transmitir paz, mas no fundo era eu quem alimentava os seus piores pesadelos.
Protestava quando você sorria e reclamava ao ver a luz do dia refletir em seus olhos.
Mas você não merecia. Quem merecia era eu, quem merece sou eu.
Reclamava de mim mesmo ao ver você feliz, nada podia ser reluzente ao seu redor.
Roubei seu encanto e transformei-o em olhos sem graça, em corpo fraco e sorriso amargo.
Essa é a história de um vilão que transcede o sentido de roubar, transforma o sentido de matar e escurece qualquer canto iluminado. O final que qualquer um sugeria, eu sempre transformava em simples ilusão.
Sim, sou o Vilão.
P.S: Ignoro qualquer pedido de perdão.
Me sentia preso a tudo aquilo que havia visto você imaginar, queria possuir tudo que deveria ser seu um dia.
Tão próximo de absorver o que foi idealizado por você e pra você.
Mas você não merecia. Quem merecia era eu, quem merece sou eu.
Me vestia de branco pra transmitir paz, mas no fundo era eu quem alimentava os seus piores pesadelos.
Protestava quando você sorria e reclamava ao ver a luz do dia refletir em seus olhos.
Mas você não merecia. Quem merecia era eu, quem merece sou eu.
Reclamava de mim mesmo ao ver você feliz, nada podia ser reluzente ao seu redor.
Roubei seu encanto e transformei-o em olhos sem graça, em corpo fraco e sorriso amargo.
Essa é a história de um vilão que transcede o sentido de roubar, transforma o sentido de matar e escurece qualquer canto iluminado. O final que qualquer um sugeria, eu sempre transformava em simples ilusão.
Sim, sou o Vilão.
P.S: Ignoro qualquer pedido de perdão.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Outro Lado ( Retorno )
Eu só me envolvo no que deixa se envolver.
São retornos que sempre me remetem a você.
A primeira ladeira mostrava o quanto inclinado era o percurso.
E se fosse por acaso, eu não subiria essa estrada de novo.
Eu só me envolvo no que deixa se envolver.
São caminhos cegos que sempre me remetem a você.
Faz tanto tempo que eu tento chegar ao fim do ponto, ao ponto do fim.
Mas deixo o vento ser meu guia e me fazer companhia nesse voo intenso.
Nunca me deixei envolver por alguém que não fosse você.
Levei a sério as melodias que ouvi do violão.
Acostumei em te deixar ver o outro lado de mim.
Sujei teu vestido com a água dos olhos.
Não deveria ser assim.
São retornos que sempre me remetem a você.
A primeira ladeira mostrava o quanto inclinado era o percurso.
E se fosse por acaso, eu não subiria essa estrada de novo.
Eu só me envolvo no que deixa se envolver.
São caminhos cegos que sempre me remetem a você.
Faz tanto tempo que eu tento chegar ao fim do ponto, ao ponto do fim.
Mas deixo o vento ser meu guia e me fazer companhia nesse voo intenso.
Nunca me deixei envolver por alguém que não fosse você.
Levei a sério as melodias que ouvi do violão.
Acostumei em te deixar ver o outro lado de mim.
Sujei teu vestido com a água dos olhos.
Não deveria ser assim.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Todo Dia é Cinza
Você sabe que todas as fases que vivia,
Nada mais foram do que meros segundos de alegria,
Seguidos de intensa solidão.
Observados de perto por quem nunca te deu a mão.
Seu olhar torto aos poucos me dizia
Que não querias mais, que havia outra vida.
Quanto mais procurava, menos percebia,
O que te afastava de mim, fora o que eu mesmo construíra.
Parecias não encontrar outra janela, então optaste pela saída.
Pouco antes da avalanche, finalmente entendias,
O teu encanto não passava de pura fantasia.
Todo dia é cinza.
Nada mais foram do que meros segundos de alegria,
Seguidos de intensa solidão.
Observados de perto por quem nunca te deu a mão.
Seu olhar torto aos poucos me dizia
Que não querias mais, que havia outra vida.
Quanto mais procurava, menos percebia,
O que te afastava de mim, fora o que eu mesmo construíra.
Parecias não encontrar outra janela, então optaste pela saída.
Pouco antes da avalanche, finalmente entendias,
O teu encanto não passava de pura fantasia.
Todo dia é cinza.
domingo, 11 de julho de 2010
A Partida
Eu criei certos limites, fragéis limites
Que você não se importou em cruzar facilmente,
Enquanto desenhava com suas mãos o caminho de volta.
Mas você não esperava chegar tão longe assim.
Talvez se perder na viagem de ida não estivesse nos seus planos.
Mas isso acontece, isso acontece.
Você encontrou refúgio onde não contava achar mais nada.
Transformou em moradia o que nunca foi sua casa.
Resolveu ficar, aproveitar o momento.
Já que o retorno parecia tão difícil, por que não descansar nesse novo abrigo ?
E assim foi levando, foi deixando o tempo correr.
Quando deu por si, viu que a viagem talvez estivesse chegando ao fim.
Fechou os olhos e segurou mais forte do que antes,
Se agarrou em todos os instantes ao que te parecia correto.
Assim permaneceste em mim, de onde nunca deverás sair.
Mas cabe a você decidir, qual a hora certa de partir ?
Que você não se importou em cruzar facilmente,
Enquanto desenhava com suas mãos o caminho de volta.
Mas você não esperava chegar tão longe assim.
Talvez se perder na viagem de ida não estivesse nos seus planos.
Mas isso acontece, isso acontece.
Você encontrou refúgio onde não contava achar mais nada.
Transformou em moradia o que nunca foi sua casa.
Resolveu ficar, aproveitar o momento.
Já que o retorno parecia tão difícil, por que não descansar nesse novo abrigo ?
E assim foi levando, foi deixando o tempo correr.
Quando deu por si, viu que a viagem talvez estivesse chegando ao fim.
Fechou os olhos e segurou mais forte do que antes,
Se agarrou em todos os instantes ao que te parecia correto.
Assim permaneceste em mim, de onde nunca deverás sair.
Mas cabe a você decidir, qual a hora certa de partir ?
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