O barulho do trânsito já me agrada,
Enquanto faço fila pra chegar em casa.
Todo dia é o mesmo.
Se tudo tem que ficar bem.
Então por que não ficar só ?
Se a cada instante eu procuro uma saída dessa vida.
E nas esquinas eu enxergo,
Outro caminho, outra direção.
Algo que possa me levar muito mais além.
O som de casa já é meu refúgio.
Enquanto eu me escondo atrás de muros.
Todo dia é o mesmo.
Se tudo tem que ficar bem,
Eu me conformo em ficar só.
Se a cada instante eu procuro me manter nessa vida.
E nas esquinas eu enxergo
Um caminho muito mais amargo
Algo que não me deixa ir muito mais além.
terça-feira, 15 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Inverso
Eu troco de papel como você muda de ideia
Faço meu show mesmo sem plateia
Nessa mutação sem sentido
Aprimoro meus ouvidos pra não ouvir você
E se por acaso eu não vir
Eu não vou
E se por acaso você desistir
Eu não vou
A sua pele me faz queimar
Estou chegando ao ponto
De onde não posso retornar
E se por acaso eu não vir
Eu não vou
E se por acaso você desistir
Eu não vou
Faço meu show mesmo sem plateia
Nessa mutação sem sentido
Aprimoro meus ouvidos pra não ouvir você
E se por acaso eu não vir
Eu não vou
E se por acaso você desistir
Eu não vou
A sua pele me faz queimar
Estou chegando ao ponto
De onde não posso retornar
E se por acaso eu não vir
Eu não vou
E se por acaso você desistir
Eu não vou
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Ao Descaso
Hoje eu acordei antes do sol nascer
Só pra me postar ao lado do retrato teu
Antes que seja tarde
E sentir a brisa que vem do lado de lá
Tanto quanto duvidoso
Foi o tempo que perdi
Sem saber que você
Não voltaria pra mim
Agora deixa amor
Teu descaso fez o acaso me convencer
De que a sorte que eu tinha
Era eu e não você
Sinto falta de ouvir teus passos
E provar teu gosto pela manhã
Então prefiro ficar escondido
No abrigo do teu coração
Só pra me postar ao lado do retrato teu
Antes que seja tarde
E sentir a brisa que vem do lado de lá
Tanto quanto duvidoso
Foi o tempo que perdi
Sem saber que você
Não voltaria pra mim
Agora deixa amor
Teu descaso fez o acaso me convencer
De que a sorte que eu tinha
Era eu e não você
Sinto falta de ouvir teus passos
E provar teu gosto pela manhã
Então prefiro ficar escondido
No abrigo do teu coração
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Toques e Retoques
As mãos sensíveis só se abrem para ti,
Para te sentir, perto.
Todo sentimento aparece na noite que chega.
Toques e retoques,
Nos caminhos do teu corpo que eu já sei de cor.
Mas tudo se torna novo,
Do primeiro beijo ao último desejo.
As mãos se fecham para não sentir,
São culpadas por você não estar aqui.
Cada escolha engrandece tua ausência.
Toques e retoques,
Afago os meus sombrios desejos nos teus seios.
Enquanto tudo se torna novo,
Desde o começo ao fim do concerto.
Para te sentir, perto.
Todo sentimento aparece na noite que chega.
Toques e retoques,
Nos caminhos do teu corpo que eu já sei de cor.
Mas tudo se torna novo,
Do primeiro beijo ao último desejo.
As mãos se fecham para não sentir,
São culpadas por você não estar aqui.
Cada escolha engrandece tua ausência.
Toques e retoques,
Afago os meus sombrios desejos nos teus seios.
Enquanto tudo se torna novo,
Desde o começo ao fim do concerto.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Pátria Amada
De bandeira no rosto,
Eu demonstro o gosto de viver nesse lugar.
Como se já fosse pouco,
Assistir a dor bater na porta ao lado.
O lugar para ajudar, não existe mais.
Então eu fico distante feito plateia,
Para me proteger da vida que é bela,
Porque aqui não há tanta luz assim.
Eu quero saber até onde vai,
Até onde vai a piedade de um só.
Pois eu já fico nas escadas,
Procurando amarras para não cair.
De bandeira no rosto,
Eu demonstro meu desgosto de viver nesse lugar.
Como se já fosse pouco,
Todo esforço que parece não findar.
Fica por bem atuar nesse mundo,
Como passageiro sujo,
Perdido e acima de tudo,
Cansado desse tempo que não deixa ceder.
E eu me pergunto,
Nos momentos mais escuros
Até onde vai, essa falta de piedade ?
Até onde vai, essa falsa humanidade ?
Eu demonstro o gosto de viver nesse lugar.
Como se já fosse pouco,
Assistir a dor bater na porta ao lado.
O lugar para ajudar, não existe mais.
Então eu fico distante feito plateia,
Para me proteger da vida que é bela,
Porque aqui não há tanta luz assim.
Eu quero saber até onde vai,
Até onde vai a piedade de um só.
Pois eu já fico nas escadas,
Procurando amarras para não cair.
De bandeira no rosto,
Eu demonstro meu desgosto de viver nesse lugar.
Como se já fosse pouco,
Todo esforço que parece não findar.
Fica por bem atuar nesse mundo,
Como passageiro sujo,
Perdido e acima de tudo,
Cansado desse tempo que não deixa ceder.
E eu me pergunto,
Nos momentos mais escuros
Até onde vai, essa falta de piedade ?
Até onde vai, essa falsa humanidade ?
sábado, 15 de maio de 2010
Do Outro Lado
Quem vê no ar, saudade vem.
Alcança todo o mundo feito por você.
Nada mais, pode atingir o teu suor.
Nada mais, pode ferir o teu pudor.
Entende o tempo não passou,
Esse tempo que ficou, morreu afogado no teu encanto.
Esquecido nesse pranto, torto de sofrer.
E assim se deu por fim.
Do outro eu lado eu vi você.
Alcança todo o mundo feito por você.
Nada mais, pode atingir o teu suor.
Nada mais, pode ferir o teu pudor.
Entende o tempo não passou,
Esse tempo que ficou, morreu afogado no teu encanto.
Esquecido nesse pranto, torto de sofrer.
E assim se deu por fim.
Do outro eu lado eu vi você.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Tic Tac
Projectors in front of me, burn all those funny images in the dark.
They remind me of you, you know, our pics and fun.
Since last nite you don't show up and i'm already thinking you're leaving this story behind.
I know we had some bad times when i told you that you were just a tic tac, knocking around, without any direction, just messing with me.
But you know that things won't change till you let me know what you want, so don't try to show me what you're not.
I missed the good things for you, i'll always miss the good things for you.
Pretty young, you know ? but that's us, just a tic tac, knocking around, withou any direction, just feeling our time.
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