Ergueu-se com a velocidade de uma preguiça e foi direto para o local em que ele mais se encontrava.
Olhou-se no espelho e viu o cansaço refletido em seu rosto.
Preparou-se para mais um dia.
Talvez o primeiro, talvez o último.
Sorriu amarelo, colocou a sua estação preferida no rádio e ouviu notícias de um dia comum, pois era mais um dia comum.
Um dia comum. Dia comum. Comum.
E como um simples louco decidiu partir para longe, para o local que sempre partia nesses dias.
Pro fundo de si. Profundo de si.
De onde ele nunca mais retornou.